Rir, rir, só 3 vezes e cada vez que cantavam a vontade de ter um telecomando e fazer forward era enorme. Não se perdeu tudo: ficámos a saber que não presta!
sábado, maio 08, 2004
Portugal Uma Comédia Musical
Rir, rir, só 3 vezes e cada vez que cantavam a vontade de ter um telecomando e fazer forward era enorme. Não se perdeu tudo: ficámos a saber que não presta!
quinta-feira, maio 06, 2004
CANÇÃO DE AMOR DA JOVEM LOUCA
Não deixem de ver o filme...
E já agora um poema....
Cerro os olhos e cai morto o mundo inteiro
Ergo as pálpebras e tudo volta a renascer
(Acho que te criei no interior da minha mente)
Saem valsando as estrelas, vermelhas e azuis,
Entra a galope a arbitrária escuridão:
Cerro os olhos e cai morto o mundo inteiro.
Enfeitiçaste-me, em sonhos, para a cama,
Cantaste-me para a loucura; beijaste-me para
a insanidade.
(Acho que te criei no interior de minha mente)
Tomba Deus das alturas; abranda-se o fogo
do inferno:
Retiram-se os serafins e os homens de Satã:
Cerro os olhos e cai morto o mundo inteiro.
Imaginei que voltarias como prometeste
Envelheço, porém, e esqueço-me do teu nome.
(Acho que te criei no interior de minha mente)
Deveria, em teu lugar, ter amado um falcão
Pelo menos, com a primavera, retornam com
estrondo
Cerro os olhos e cai morto o mundo inteiro:
(Acho que te criei no interior de minha mente)
Sylvia Plath
(Tradução de Maria Luíza Nogueira )
É só garganta
Pois bem, venham de lá as gargantilhas...
As outras que fiquem com os anéis. Para solitário, já basta o meu coração.
As outras que fiquem com os anéis. Para solitário, já basta o meu coração.
quarta-feira, maio 05, 2004
E por falar que o nacional é bom....
As personagens principais desta série produzida pela Zeppelin Filmes não são mais que objectos domésticos - a tesoura e a agulha, a roupa e a corda, o lápis e a borracha. Em 26 episódios de 2'50'' cada um, podemos deliciar-nos com o que a plasticina em mãos portuguesas tem para nos oferecer.
Os direitos desta série de animação, da autoria de José Miguel Ribeiro, foram comprados pelos canais televisivos Teletoon do Canadá, YLE 2 da Finlândia e ainda, pela distribuidora Buena Vista International Inc, empresa do grupo Disney instalada em 47 países da Europa e Ásia.
O que é nacional é bom...
Acreditem que não se vão arrepender.
O Milagre segundo Salomé
Baseado no romance homónimo de José Rodrigues Miguéis, esta produção portuguesa tem Ana Bandeira, Nicolau Breyner, Ricardo Pereira e Paulo Pires como protagonistas.
O filme de Mário Barroso estreia dia 13 nas salas de cinema nacionais e é sem dúvida um dos melhores (senão o melhor) filmes portugueses aos quais já tive oportunidade de assistir. Tudo está pensado ao pormenor e como é meu hábito dizer, o pormenor, por menor que seja, será sempre grande!
terça-feira, maio 04, 2004
Eclipse total da lua visível (?)
O fenómeno terá início hoje, às 20.52h e término às 22.08h. No entanto, olhando neste momento para um céu terrivelmente nublado, só me apetece gritar: "Mas onde está o raio do Super-Homem quando se precisa dele?!" (E nada de soltar a piadinha da cadeira de rodas!)
Vivó Carlos Cruz
Não consigo esconder a tamanha alegria que sinto por saber que o Carlos Cruz foi libertado (para mim prisão domiciliária é igual a liberdade)!
iupiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
iupiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Coisa Pouca
Ora então vamos lá a uma perguntinha simples:
Como é a situação da mãe, em termos de recursos financeiros e de trabalho, para poder retornar ao consultório do médico? Ela poderá deixar de trabalhar aquele dia? Por essas e outras que a criança com o diagnóstico de OMA, fora da Holanda, acaba necessitando de uma medicação antibiótica por um prazo que é geralmente ao redor de 10 dias.
A gente percebe como pediatra, uma dificuldade muito grande, das otites e até das otalgias, em crianças menores de um ano. Tem algum segredo para isso? Para descobrir, para identificar se aquele choro da criança (às vezes, a única manifestação é o choro) se é uma otite? Ou se é uma outra coisa?
Ora então vamos lá a uma respostinha digna de destaque:
Prefiro empurrar com a barriga o máximo que puder, mas não tirar a adenóide do seu filho antes de dois anos de idade; seria interessante e prudente jogarmos isso mais para frente, o tempo que conseguirmos, para não ter que fazer a adenoidectomia e haver a recidiva da adenóide
Procurava eu como me livrar da terrível dor de garganta que sinto.
A dor de garganta mantêm-se, mas nem tudo está perdido: agora tenho sono.
Até amanhã!
Nota: Já agora, alguém conhece algum chá, para além do de cebola, para acabar de vez com a dor de garganta?
A pergunta é simples, gostava que as respostas também o fossem!
Como é a situação da mãe, em termos de recursos financeiros e de trabalho, para poder retornar ao consultório do médico? Ela poderá deixar de trabalhar aquele dia? Por essas e outras que a criança com o diagnóstico de OMA, fora da Holanda, acaba necessitando de uma medicação antibiótica por um prazo que é geralmente ao redor de 10 dias.
A gente percebe como pediatra, uma dificuldade muito grande, das otites e até das otalgias, em crianças menores de um ano. Tem algum segredo para isso? Para descobrir, para identificar se aquele choro da criança (às vezes, a única manifestação é o choro) se é uma otite? Ou se é uma outra coisa?
Ora então vamos lá a uma respostinha digna de destaque:
Prefiro empurrar com a barriga o máximo que puder, mas não tirar a adenóide do seu filho antes de dois anos de idade; seria interessante e prudente jogarmos isso mais para frente, o tempo que conseguirmos, para não ter que fazer a adenoidectomia e haver a recidiva da adenóide
Procurava eu como me livrar da terrível dor de garganta que sinto.
A dor de garganta mantêm-se, mas nem tudo está perdido: agora tenho sono.
Até amanhã!
Nota: Já agora, alguém conhece algum chá, para além do de cebola, para acabar de vez com a dor de garganta?
A pergunta é simples, gostava que as respostas também o fossem!
Este blog anda muito Cat(ólico)
Portugal está ao rubro, mas o La Féria está triste. A esperança de ter o musical "Os gatos" no Politeama foi por água abaixo... Esperemos que o gato tenha ficado escaldado e da água tenha medo (Portugal tem muita água, o melhor é fugir para longe, bem longe "Meu Lindo Senhor")
domingo, maio 02, 2004
Dia da Mãe
Mulher, qual é o teu nome?
Não sei,
Quantos anos tens?
Não sei
Porque cavaste este buraco?
Não sei
Há quanto tempo estás escondida?
Não sei
Mordeste-me porquê?
Não sei
Não sabes que não te faremos mal?
Não sei
De que lado estás?
Não sei
Isto é uma guerra, tens de escolher!
Não sei
A tua aldeia ainda existe?
Não sei
Quem são estas crianças?
São os meus filhos
Wislawa Szymborska
"Vietnam" (tradução livre)
A minha Mãe é linda.
Amo-te muito Mãe.
Até já.
Não sei,
Quantos anos tens?
Não sei
Porque cavaste este buraco?
Não sei
Há quanto tempo estás escondida?
Não sei
Mordeste-me porquê?
Não sei
Não sabes que não te faremos mal?
Não sei
De que lado estás?
Não sei
Isto é uma guerra, tens de escolher!
Não sei
A tua aldeia ainda existe?
Não sei
Quem são estas crianças?
São os meus filhos
Wislawa Szymborska
"Vietnam" (tradução livre)
A minha Mãe é linda.
Amo-te muito Mãe.
Até já.
sábado, maio 01, 2004
sexta-feira, abril 30, 2004
A multiplicação dos gatos
quinta-feira, abril 29, 2004
O encontro do desencontro
É possível acreditar que nos conhecemos. Mais possível é confrontarmo-nos imediatamente com o desmentido real dessa crença, tão somente porque o nosso mundo, que construímos com o pensamento, rui a cada instante. Cada segundo pode ser contraditório daquele que o antecedeu, e a maior parte das vezes, aquilo que nos acontece, não era o que prevíamos, e muito menos o que havíamos pensado.
Vazio. Sinto um vazio enorme, como que se cada respirar levasse até ao meu coração o eco da dor que já não sinto. É eco, tão somente eco. Vivi a pensar que de som em directo se tratava, que de emoções provinha, mas não. Enganei-me. Insistia em ouvir o eco daquilo que fui, foste, vivi e senti. Hoje, embora haja vazio, não escuto o eco, pois a dor evaporou. Anseio o momento em que a saturação seja encontrada e chova em mim um mar de emoções, para que depois um rio se forme, e tudo desagúe bem longe de mim, e que ao contrário da água, aqui não haja ciclo, para que exista um fim e eu não tenha de recomeçar tudo de novo. Queria chorar, mas nem ameaça de esvaziar o saco lacrimal sinto. Queria que fosse diferente, mas nunca foi, nunca deixei de querer que fosse diferente, e sempre o é. Já não te tenho como motor capaz de aumentar a pressão sanguínea que me irrigava as bochechas e me fazia sorrir a tremer. Sinto falta do arrepio, do claudicar. Melhor, senti falta. Nunca quis este momento, mas sempre esperei por ele e a essa espera associei o que deveria sentir. Não foi nada assim. Vazio. Não te tenho dentro de mim, pelo menos já não és tu. São recordações, lembranças, mas essas são nossas, já não és tu.
E agora? O que faço? Estou perdida dentro de mim. Sempre que por aqui caminhava encontrava-te e parava, perguntava-te o caminho. Nunca respondias, mas eu sentia um conforto em te ter aqui, dentro de mim, como se isso bastasse. Já não estás. Eu achava que não sabia viver contigo dentro de mim, o que eu não sabia era que assim já vivia e que tenho é de aprender a viver contigo fora de mim, pois é fora que tu estás. E para fora, só os olhos escutam, falam e vêem.
O coração encontrou no desencontro um novo pulsar.
Vazio. Sinto um vazio enorme, como que se cada respirar levasse até ao meu coração o eco da dor que já não sinto. É eco, tão somente eco. Vivi a pensar que de som em directo se tratava, que de emoções provinha, mas não. Enganei-me. Insistia em ouvir o eco daquilo que fui, foste, vivi e senti. Hoje, embora haja vazio, não escuto o eco, pois a dor evaporou. Anseio o momento em que a saturação seja encontrada e chova em mim um mar de emoções, para que depois um rio se forme, e tudo desagúe bem longe de mim, e que ao contrário da água, aqui não haja ciclo, para que exista um fim e eu não tenha de recomeçar tudo de novo. Queria chorar, mas nem ameaça de esvaziar o saco lacrimal sinto. Queria que fosse diferente, mas nunca foi, nunca deixei de querer que fosse diferente, e sempre o é. Já não te tenho como motor capaz de aumentar a pressão sanguínea que me irrigava as bochechas e me fazia sorrir a tremer. Sinto falta do arrepio, do claudicar. Melhor, senti falta. Nunca quis este momento, mas sempre esperei por ele e a essa espera associei o que deveria sentir. Não foi nada assim. Vazio. Não te tenho dentro de mim, pelo menos já não és tu. São recordações, lembranças, mas essas são nossas, já não és tu.
E agora? O que faço? Estou perdida dentro de mim. Sempre que por aqui caminhava encontrava-te e parava, perguntava-te o caminho. Nunca respondias, mas eu sentia um conforto em te ter aqui, dentro de mim, como se isso bastasse. Já não estás. Eu achava que não sabia viver contigo dentro de mim, o que eu não sabia era que assim já vivia e que tenho é de aprender a viver contigo fora de mim, pois é fora que tu estás. E para fora, só os olhos escutam, falam e vêem.
O coração encontrou no desencontro um novo pulsar.
quarta-feira, abril 28, 2004
Lema de Vida
Se eu te visse
Beijava-te
(Como nunca te beijei)
Ganhava coragem
E amava-te
(Como nunca o farei)
Beijava-te
(Como nunca te beijei)
Ganhava coragem
E amava-te
(Como nunca o farei)
terça-feira, abril 27, 2004
I want my MUMMY!
As 50 múmias agora descobertas no Cairo emergiram com quase um ano de atraso! Resultado? Só enfiei na mala de viagem rabalas, túnicas, cachimbos de água e afins. Para a próxima levo uma picareta!
Vamos brincar
Diz um miúdo para outro:
- Vamos brincar?
- Vamos, mas a quê?
- A Funcionários Públicos!
- E como é que é?
- Então, o primeiro que se mexer, perde!
sexta-feira, abril 23, 2004
Bang Bang
Um americano, um inglês e um iraquiano estão a beber num bar. O ianque está a beber uma cerveja e, de repente, atira o copo vazio para o alto, saco um revólver e estilhaça o copo em pleno ar com um tiro certeiro. Depois olha para os assustadíssimos presentes e diz: - Na América os copos são tão baratos que nós não precisamos beber do mesmo duas vezes! O inglês, obviamente impressionado, termina de beber a sua cerveja, atira o copo para o ar, saca o seu revólver e atira, espatifando o copo. Daí diz: - Nas Ilhas Britânicas temos tanta areia para fazer copos que nós também não precisamos beber no mesmo duas vezes! O iraquiano, até então caladito, bebe os últimos goles da sua água mineral, atira o copo para o ar, puxa o revólver e atira no americano e no inglês. E diz: - Em Bagdad temos tantos americanos e ingleses que não precisamos beber com os mesmos duas vezes.
És a nossa Fé
Estou Maravilhada
Quem me conhece sabe que sou completamente viciada em leite coalhado por meio de um fermento. Para mim, uma embalagem de 125g é absolutamente um aperitivo.
Creio mesmo que esse tamanho só serve para nos abrir o apetite para as próximas embalagens e para que possamos degustar os mais diversos paladares deste alimento que os búlgaros inventaram. Qualquer tipo de iogurte é ingerido por mim com satisfação e confesso que sempre que sai uma novidade vou a correr experimentá-la. Líquidos, com frutas, com aromas, cremosos, light, gordos, meio-gordos, caseiros, industriais, de marca, linha branca, caseiros, combi, batidos, sobremesa, refeição, com cereais, com LCasei Imunitass, bifidus activo, macrobióticos, com vegetais. Comer iogurtes é um verdadeiro prazer. Hoje descobri o prazer de saborear quase todas estas variantes num só: BIO Soja. Ainda só experimentei o Bio soja pêssego, mas posso garantir-vos que mais que juntar fruta, bifidus activo e proteínas (animais e vegetais), este iogurte reúne em si mesmo um sabor único que nos dá vontade de não parar de o comer. Hmmm... que maravilha. Uma pérola no universo lácteo.
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