Belleville Rendez-Vous estreou esta semana nas salas nacionais, depois de ter sido nomeado para Melhor Filme de Animação (Sylvain Chomet) e melhor Canção ("Belleville Rendez-vous, música de Benoit Charest, letra de Sylvain Chomet) para edição dos Óscares deste ano. Há quem diga que a procura do Nemo podia ter ficado para mais tarde, e que este deveria ter subido ao podium, mas para ficar em primeiro. Para quem quiser saber mais, toca a clicar aqui ou aqui.
sábado, março 27, 2004
Não vou mesmo perder
Belleville Rendez-Vous estreou esta semana nas salas nacionais, depois de ter sido nomeado para Melhor Filme de Animação (Sylvain Chomet) e melhor Canção ("Belleville Rendez-vous, música de Benoit Charest, letra de Sylvain Chomet) para edição dos Óscares deste ano. Há quem diga que a procura do Nemo podia ter ficado para mais tarde, e que este deveria ter subido ao podium, mas para ficar em primeiro. Para quem quiser saber mais, toca a clicar aqui ou aqui.
sexta-feira, março 26, 2004
Descubra as diferenças
Mas onde é que está a confusão? Este senhor é bem mais distinto! Vê-se mesmo que nunca aproveitaria o facto de ser parecido com o Pedroso. Ai Portugal, Portugal, quem vê caras, não vê corações.
Nota: Já repararam que desde que o Processo Casa Pia deu início, Portugal é uma mina no que respeita a sósias?! Se isto fossem os states, tinham a vida ganha.
Chamada Anónima
Há órgãos de comunicação social que recebem ameaças a nível nacional. Eu recebo de um orgão de comunicação social ameaças a nível pessoal.
Acabou-se a investigação. Desculpem, mas se virem bem, com o 11 não se brinca...
Acabou-se a investigação. Desculpem, mas se virem bem, com o 11 não se brinca...
Elementar, meus caros
Depois de ter passado horas a ler os landmarks da maçonaria e a tentar descobrir a combinação de palavras "Revista da Maçonaria" (que não encontrei nos landmarks deve ser código "tuga"), reparei que só têm 12 "mandamentos". Ora, os outros são 10 e estes 12. Lá está o número 11. Percebem? Elementar. Este número é a chave para séculos de secretismo serem revelados. I'll be back.
quinta-feira, março 25, 2004
Onde está [a Revista d]a Maçonaria?
Está numa banca perto de si, e por 5€ o secreto vem até nós. Para além desta revista, os maçons, preocupados com o ambiente e com as novas tecnologias da informação, criaram esta revista (secreta) online. Eu poupei os 5 €, melhor, não os gastei em prol não sei bem do quê, e decidi dar uma espreitadela online. É bonita sim senhora! Agora percebo o secretismo... Um verdadeiro tesouro, quase tão útil quanto os livros da Bobone, mas desta feita em versão rosa e encarnada (???) e onde "Revista da Maçonaria" é repetido 11 vezes numa página. Deve ser código, só pode. Se encontrarem mais alguma vez avisem, é que agora vou dedicar-me a decifrar o que quererão dizer com 11 repetições! Até um dia destes...
The Weather: Guilty
O tempo muitas vezes é um bom desbloqueador de conversa, noutras é forma de desresponsabilizar culpados.
Pónei cavalgado!
Há com cada um... então não é que um holandês foi apanhado em pleno acto com um pónei?! Pior para mim foi que me lembrei de uma imagem do filme A Selva, do Leonel Vieira. Melhor para este homem armado em cowboy é que a lei holandesa é omissa nestes casos, o que significa que já deve andar para lá a cortejar mais um quadrúpede qualquer.
Porque será que isto de fazer leis é assim tão demorado?
Foi em 1909...
... que nasceu o meu
Muitos Parabéns para o meu Avô Manuel.
Que continuemos a celebrar esta data por muitos mais anos, e que o Avô continue cheio de saúde, vitalidade, força e alegria de viver como a que tem hoje em dia, é o que eu mais desejo.
Beijotitas da neta que o adora.
quarta-feira, março 24, 2004
Eyes Too Wide Open
Já tiveram aquela sensação, por vezes arrepiante, de que estão a ser observados? Mas, afinal, será o quê? Mania da perseguição, perspicácia, sensibilidades (paranormais?), sinal de que fizemos algo de errado, ou apenas mais uma forma de nos sentirmos ridículos por olharmos em nosso redor que nem baratas tontas?
Mais um incómodo que respira bem forte no nosso pescoço... brrrrr
Bichinho goes to Hollywood
Meus queridos fãs,
Após ter dado um passeio com a única finalidade de contemplar a beleza da lua por forma a inspirar-me e com isso dedicar-vos um poema, sento-me em frente ao computador e eis senão quando reparo que para hoje estão previstas 2196 visitas (não liguei para a insignificante margem de erro que decidi sublinhar a azul).
Se o Pipi conseguiu esconder a sua identidade, eu provavelmente não conseguirei, até porque a tapar-me só tenho uns óculos de sol...
Devido a este enorme sucesso repentino, e porque "não lido bem com a fama", decidi mudar-me de malas e bagagens para Hollywood. Afinal de contas, é para lá que as grandes estrelas como eu costumam ir...
Bye...
terça-feira, março 23, 2004
Por termos atingido as 5555 visitas...
"Orelhas quentes"
"Passar por baixo de escadas"
"Sexta-feira 13"
"Inferno"
"Cruz credo"
"Gato preto"
"99 e 88 em matrículas de carros"
"Capicuas"
"Diabo"
"Não digas “azar”, diz falta de sorte"
"Bruxa"
"13 pessoas à mesa"
"Parte uma perna"
"Bater na madeira, três vezes"
"13"
"Brindar com água"
"Satanás"
"Mala no chão"
"Mau olhado"
"Fazer figas"
"Hipocondrices" dos azarentos, que apanham um resfriado ao brindarem com água gelada e pelo facto de terem os pés congelados (o raio do cachorro fez das suas outra vez e lá se foi o último par de meias, que por acaso até era o par responsável pelas vitórias do SCP), mas que a culpa está na mala que deixaram no chão e na palavra azar que disseram quando não lhes saiu o totoloto (jogo de azar) que entregaram numa sexta-feira 13 e não na quarta-feira, dia 11, porque estavam muuuuiiito doentes. Para mal dos seus pecados, o gato preto do vizinho (que é feio como o diabo) enfiou-se dentro do Peugeut 99-88-AF, que estava estacionado debaixo das escadas do prédio da D. Elvira, (aquela bruxa que ao sábado de manhã sai de casa às 11H11 de rolos na cabeça e robe a tapar o pijama desbutado, e que a estas horas deve ter as orelhas quentes), acabando por estragar o motor. Pior foi o estoiro infernal que provocou. Estoiro este que fez com que o Ti Zeca se levantasse da mesa a correr, partisse uma perna e tivesse que ir parar ao hospital, justo na ceia de Natal. Assim, ficaram 13 à mesa a fazer figas para que mais nada de ruim acontecesse e para que o que apanhou o resfriado ganhasse o totoloto e se deixasse de.. de.. de coisas!
Alguém se lembra de mais alguma destas coisas que não são mais que meros atrofios?!
Cuidado, não vão atrair o mau olhado e com isso fazer com que nós nunca atinjamos as 6666 visitas! Cruz credo! Vai de retro Satanás!!! Bate na madeira, 3 vezes, 3 vezes!
segunda-feira, março 22, 2004
Não há direito... Deus dá toranjas a quem não tem fígado
Toranja
"Desde há algum tempo que faço de vós a minha audição diária. Ouço a carta como quem a lê pela primeira vez, bebo todas as vossas letras como se de doce sumo de laranja se tratasse. Contudo, Toranja é o vosso nome e eu hoje senti o ácido na pele.
Hugs da Bug
Bichinho-de-Conta"
Os Toranja vão actuar hoje à noite, no Fórum Lisboa, para um grupo de sortudos, talvez não tão carenciados de vitamina C quanto eu...
Não há direito os convites estarem esgotadíssimos, não há direito.
Carta
Não falei contigo
com medo que os montes e vales que me achas
caíssem a teus pés...
Acredito e entendo
que a estabilidade lógica
de quem não quer explodir
faça bem ao escudo que és...
Saudade é o ar
que vou sugando e aceitando
como fruto de Verão
nos jardins do teu beijo...
Mas sinto que sabes que sentes também
que num dia maior serás trapézio sem rede
a pairar sobre o mundo
e tudo o que vejo...
É que hoje acordei e lembrei-me
que sou mago feiticeiro
Que a minha bola de cristal é feita de papel
Nela te pinto nua, nua...
numa chama minha e tua.
Desconfio que ainda não reparaste
que o teu destino foi inventado
por gira-discos estragados
aos quais te vais moldando...
E todo o teu planeamento estratégico
de sincronização do coração
são leis como paredes e tetos
cujos vidros vais pisando...
Anseio o dia em que acordares
por cima de todos os teus números
raízes quadradas de somas subtraídas
sempre com a mesma solução...
Podias deixar de fazer da vida
um ciclo vicioso
harmonioso do teu gesto mimado
e à palma da tua mão...
É que hoje acordei e lembrei-me
que sou mago feiticeiro
e a minha bola de cristal é feita de papel
Nela te pinto nua
Numa chama minha e tua.
Desculpa se te fiz fogo e noite
sem pedir autorização por escrito
ao sindicato dos Deuses...
mas não fui eu que te escolhi.
Desculpa se te usei
como refúgio dos meus sentidos
pedaço de silêncios perdidos
que voltei a encontrar em ti...
É que hoje acordei e lembrei-me
Que sou mago feiticeiro...
...nela te pinto nua, nua...
Numa chama minha e tua.
Ainda magoas alguém
O tiro passou-me ao lado
Ainda magoas alguém
Se não te deste a ninguém
magoaste alguém
A mim... passou-me ao lado.
Não vale a pena a maçada
Exmo. Senhor Hacker,
Provavelmente já tentou "penetrar" no nosso estimado blog, embora sem sucesso. Temos a dizer-lhe que não vale a pena maçar-se, pois, para além de possuirmos um sistema de segurança nunca dantes visto, nós próprios gostamos de fazer o trabalhinho que iam fazer por nós.
Para falar mal do Bush já cá estamos nós!
Entretanto, beba um chá de menta e aproveite esse momento de lazer para fazer uma pausa-marraquexe!
Hugs dos Bugs
Provavelmente já tentou "penetrar" no nosso estimado blog, embora sem sucesso. Temos a dizer-lhe que não vale a pena maçar-se, pois, para além de possuirmos um sistema de segurança nunca dantes visto, nós próprios gostamos de fazer o trabalhinho que iam fazer por nós.
Para falar mal do Bush já cá estamos nós!
Entretanto, beba um chá de menta e aproveite esse momento de lazer para fazer uma pausa-marraquexe!
Hugs dos Bugs
Será demais pedir a taça?
Está tudo pronto? Dá-lhe gás!
Três, dois, um, vai arrancar
uma espécie de hino em versão popular
sem essas coisas de mão no peito e ar pesado
Em 2004 o campeonato vai mudar o nosso fado
do coitado, do comido
Porque é que o país se queixa do que podia ter sido?
Mas nunca é. E a culpa nunca é nossa
é do árbitro, é do campo, é de quem nos deu uma coça.
Chega. Queremos mais, é um murro na mesa.
Um grito do Ipiranga em versão portuguesa.
Porque até hoje, quase marcámos, quase ganhámos, quase fizemos…
Mas porquê quase? …Passemos à próxima fase.
(Refrão)
Marca mais!
Corre mais!
Menos ais, menos ais, menos ais!
Quero muito mais!
O conceito é muito simples: não desistir.
Mas será que é chato aquilo que acabamos de pedir?
É chato agora, acreditem no que digo:
nós jogamos em casa e contamos com o Figo,
o Rui Costa, o Deco, o Simão e o Pauleta.
Razões para querermos muito mais que um lugar que não comprometa.
Será de mais pedir a taça?
Nada que um adepto com o mínimo de orgulho não faça.
Bonito, bonito, é dar o litro,
É não passar a vida a pôr culpas no gajo do apito.
Vá lá gritar noventa minutos, cento e vinte, o que for
do princípio ao fim, por favor.
Vamos lá, afinem-me essa voz
No fim, só ganha um… e temos que ser nós.
Marca mais!
Corre mais!
Menos ais, menos ais, menos ais!
Quero muito mais!
Joga mais!
Sua mais!
Menos ais, menos ais, menos ais!
Quero muito mais!
Nem custa tanto assim imaginar a vitória
no fundo, é só uma soma de momentos de glória.
Era bonito… Um abraço aqui, um abraço ali…
Abraço toda a gente, abraço quem nunca vi.
Vamos lá transformar isto numa grande festa
Sem pressão, Selecção, és a esperança que nos resta
Por isso, escuta: não te esqueças que a sorte protege os filhos da luta.
Não nos levem a mal a exigência
Mas p'a empates e derrotas não há grande paciência.
Queremos mais, muito mais, menos ais
Scolari, já vimos do que cê é capais.
Cê sabe que para ganhar é preciso ter fé.
E a bola no pé.
…querem mais?
Então vamos lá outra vez
Quem não salta, não é português
Sempre com o desejo de cantar na final
"levantai hoje de novo o esplendor de Portugal".
Tudo a postos,
vamos ter fé uma vez na vida
e acabar o europeu de cabeça e de taça erguida.
Se temos saudade, temos vontade, temos saúde, temos atitude
Se temos tudo, de que é que o português se queixa?
…Era esta a vossa deixa.
Marca mais!
Corre mais!
Menos ais, menos ais, menos ais!
Quero muito mais!
Joga mais!
Sua mais!
Menos ais, menos ais, menos ais!
Quero muito mais!
Se és daqueles que, como eu, delira com a música que apoia a nossa selecção (e que está ao serviço da nova campanha publicitária da Galp), podes sempre fazer o download da mesma aqui.
A letra está linda, não consigo parar de ouvir! Por isto, levem lá a taça!!!
Três, dois, um, vai arrancar
uma espécie de hino em versão popular
sem essas coisas de mão no peito e ar pesado
Em 2004 o campeonato vai mudar o nosso fado
do coitado, do comido
Porque é que o país se queixa do que podia ter sido?
Mas nunca é. E a culpa nunca é nossa
é do árbitro, é do campo, é de quem nos deu uma coça.
Chega. Queremos mais, é um murro na mesa.
Um grito do Ipiranga em versão portuguesa.
Porque até hoje, quase marcámos, quase ganhámos, quase fizemos…
Mas porquê quase? …Passemos à próxima fase.
(Refrão)
Marca mais!
Corre mais!
Menos ais, menos ais, menos ais!
Quero muito mais!
O conceito é muito simples: não desistir.
Mas será que é chato aquilo que acabamos de pedir?
É chato agora, acreditem no que digo:
nós jogamos em casa e contamos com o Figo,
o Rui Costa, o Deco, o Simão e o Pauleta.
Razões para querermos muito mais que um lugar que não comprometa.
Será de mais pedir a taça?
Nada que um adepto com o mínimo de orgulho não faça.
Bonito, bonito, é dar o litro,
É não passar a vida a pôr culpas no gajo do apito.
Vá lá gritar noventa minutos, cento e vinte, o que for
do princípio ao fim, por favor.
Vamos lá, afinem-me essa voz
No fim, só ganha um… e temos que ser nós.
Marca mais!
Corre mais!
Menos ais, menos ais, menos ais!
Quero muito mais!
Joga mais!
Sua mais!
Menos ais, menos ais, menos ais!
Quero muito mais!
Nem custa tanto assim imaginar a vitória
no fundo, é só uma soma de momentos de glória.
Era bonito… Um abraço aqui, um abraço ali…
Abraço toda a gente, abraço quem nunca vi.
Vamos lá transformar isto numa grande festa
Sem pressão, Selecção, és a esperança que nos resta
Por isso, escuta: não te esqueças que a sorte protege os filhos da luta.
Não nos levem a mal a exigência
Mas p'a empates e derrotas não há grande paciência.
Queremos mais, muito mais, menos ais
Scolari, já vimos do que cê é capais.
Cê sabe que para ganhar é preciso ter fé.
E a bola no pé.
…querem mais?
Então vamos lá outra vez
Quem não salta, não é português
Sempre com o desejo de cantar na final
"levantai hoje de novo o esplendor de Portugal".
Tudo a postos,
vamos ter fé uma vez na vida
e acabar o europeu de cabeça e de taça erguida.
Se temos saudade, temos vontade, temos saúde, temos atitude
Se temos tudo, de que é que o português se queixa?
…Era esta a vossa deixa.
Marca mais!
Corre mais!
Menos ais, menos ais, menos ais!
Quero muito mais!
Joga mais!
Sua mais!
Menos ais, menos ais, menos ais!
Quero muito mais!
Se és daqueles que, como eu, delira com a música que apoia a nossa selecção (e que está ao serviço da nova campanha publicitária da Galp), podes sempre fazer o download da mesma aqui.
A letra está linda, não consigo parar de ouvir! Por isto, levem lá a taça!!!
Metamorfose
Quem nunca se sentiu impotente (ou mesmo parasita, rejeitado ou discriminado) face a alguns comportamentos humanos? Quem nunca sentiu na pele um olhar fulminante, uma palavra mordaz que a sociedade tantas vezes emite de forma insensível?
Franz Kafka, no seu livro "A Metamorfose", alerta (critica) a sociedade para esses mesmos comportamentos, através de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante que é o único sustento da sua família (e que por isso se vê privado de ter vida própria) e que um dia acorda transformado num horrível e gigantesco insecto. A partir dessa manhã, os papéis invertem-se, e Gregor passa a ser parasita da família, deixando de poder sustentá-la. No entanto, a metamorfose não é apenas física, mas sobretudo de comportamentos e sentimentos.
Um livro pequeno e interessante, de leitura fácil e envolvente, que nos faz pensar... em como um animal pode ser tão humano e uma pessoa (e até uma família) consegue ser tão desumana.
Franz Kafka, no seu livro "A Metamorfose", alerta (critica) a sociedade para esses mesmos comportamentos, através de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante que é o único sustento da sua família (e que por isso se vê privado de ter vida própria) e que um dia acorda transformado num horrível e gigantesco insecto. A partir dessa manhã, os papéis invertem-se, e Gregor passa a ser parasita da família, deixando de poder sustentá-la. No entanto, a metamorfose não é apenas física, mas sobretudo de comportamentos e sentimentos.
Um livro pequeno e interessante, de leitura fácil e envolvente, que nos faz pensar... em como um animal pode ser tão humano e uma pessoa (e até uma família) consegue ser tão desumana.
sábado, março 20, 2004
Apetece-me
Por tudo e por nada apetece-me
Hoje começa a Primavera
Pensei enviar-te um sms
Por tudo e por nada apetece-me escrever-te
Já sei escrever com as duas mãos
Pensei telefonar-te
Por tudo e por nada apetece-me falar-te
Na rádio passa The Lion sleeps tonight
Pensei em ti
Por tudo e por nada apetece-me que vivas no meu pensamento
Sinto a tua falta
Pensei em ir ter contigo
Por tudo e por nada apetece-me que sintas o mesmo que eu, mas que ao contrário de mim, faças qualquer coisa.
Hoje começa a Primavera
Pensei enviar-te um sms
Por tudo e por nada apetece-me escrever-te
Já sei escrever com as duas mãos
Pensei telefonar-te
Por tudo e por nada apetece-me falar-te
Na rádio passa The Lion sleeps tonight
Pensei em ti
Por tudo e por nada apetece-me que vivas no meu pensamento
Sinto a tua falta
Pensei em ir ter contigo
Por tudo e por nada apetece-me que sintas o mesmo que eu, mas que ao contrário de mim, faças qualquer coisa.
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